segunda-feira, 30 de junho de 2014

De minha avó Edília

De minha avó Edília
      herdei, que o Conselheiro
      tinha por lá sua razão
      ela uma Araújo
      ele um Maciel
      ambos que de Sobral
      de inimigas famílias.
      E um certo Cap. Galdino
      temido ser meu avô
      naquelas terras amaras.
      Ó passado inexplicável
      Ó tão longínquo destino
      de minha avó, minha sina
      herdei o porte fidalgo
      de minha raiz nordestina.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

NOVOS POEMAS

Novos poemas na passarela na passarela se vai, escorrega, trabalha e cai, tranquiliza, na curva se desenvolve a reta ...