terça-feira, 1 de julho de 2014

Não quero rever o segredo


   Não quero rever o segredo
      o teu copo de mar
      nem a horta colher a medo
      por quem a imitação da forma
      é a porta por entrar
      a costura da imagem
      da pele mais quente amar
      que fria ou quente acessórios
      são para o tom certo aplainar
      ou a tonalidade vazia
      que nada sabe o enredo
      em que  quero aprisionar
      e por onde passa o espelho
      lançado sobre o luar
      oriunda onda onde queres
      neste oceano me levar?
  (17/outubro/99)
 



 

Nenhum comentário:

Postar um comentário